Surfando o Caos
Nozfero do riffo, a sombra sabbathiana
crosta o céu de ferro em brasa-luz,
Nyorkeclipse foge da serpente urbana
onde o Carpenter sonha o que ninguém traduz.
Valkyria de pixel, fantasma de mana,
dragão de silêncio no cristal que conduz;
um Snake sem nome na noite insana,
surfando o caos que a própria alma produz.
Guitarras de abismo, alquimias elétricas,
rocknroll ranking dos deuses sem rosto,
sete mundos quebram suas leis herméticas,
e o herói se dissolve no último posto.
Entre trevas, pixels e ondas magnéticas,
o fim recomeça no caos composto.
A.C.
2026
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